O governo de São Paulo assinou contratos e tem licitações em andamento para reforçar, de maneira ainda não vista no Brasil, os sistemas de vigilância eletrônica sobre os cidadãos.
Oficiais da Polícia Militar têm mantido intercâmbio com forças policiais dos Estados Unidos, de Israel e, principalmente, da China, para criar um modelo nacional de monitoramento de massas, sob o argumento de melhorar o enfrentamento da criminalidade.
Especialistas fazem ressalvas à proposta lembrando que as causas da criminalidade são uma combinação de vários fatores – não a falta de câmaras – e que o monitoramento eletrônico em outros países serviu para o reforço de estereótipos, criando zonas de exclusão.





