
Com maior apetite para emprestar para famílias e pequenas empresas e o calote ainda sob controle, os grandes bancos conseguiram entregar mais um trimestre de resultados crescentes.
Pressionados por aumento de concorrência e o peso do legado das estruturas inchadas e caras, as linhas de receitas e despesas seguiram em xeque, com os bancos cortando gastos e ampliando seus portfólios para não ficarem para trás na briga com as fintechs.
Juntos, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil apresentaram lucro líquido de R$ 21,946 bilhões no terceiro trimestre, cifra 19% maior em relação ao mesmo período do ano passado, de R$ 18,435 bilhões.




