Quando o ano acabar, a Magazine Luiza terá, pela primeira vez, uma maior receita com vendas pela internet do que as obtidas pelas lojas físicas. A marca, que não foi alcançada por nenhuma outra tradicional varejista brasileira, é mais um símbolo da transformação conduzida pela companhia ao longo dos últimos quatro anos.
Depois de a ação chegar a uma mínima de R$ 0,12 em 2015 —quando teve o maior prejuízo de sua história—, a companhia passou a investir mais em tecnologia e a reduzir custos operacionais.
Foi esse movimento que levou a companhia a se valorizar 2.090% na Bolsa desde a sua abertura de capital, em 2011, e explica o sucesso esperado na nova oferta de ações, que será concluída nesta semana. A empresa prevê captar até R$ 5,2 bilhões com investidores profissionais e se tornar a 11ª mais valiosa do Ibovespa.
Balcão de retirada de produtos de terceiros no fundo da loja do Magazine Luiza na Marginal Tietê – Karime Xavier -16.fev.18/Folhapress




