
Basta chegar o período de festas e de férias para o movimento nos aeroportos brasileiros crescer. Consequentemente, aumenta a possibilidade de voos cancelados e de atrasos, o que costuma resultar em processos judiciais movidos por passageiros.
Segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a ocorrência de ações, descrita como “desproporcional”, é incentivada pela atuação de start ups que têm atuado exclusivamente oferecendo serviços jurídicos. A Abear estima que o setor aéreo deve desembolsar cerca de R$ 500 milhões em processos judiciais em 2020.




