
As gorduras foram, e continuam sendo, injustamente condenadas. Só de ouvir a palavra sentimos pavor, até mesmo um pouco de nojo: colesterol, infarto, flacidez, celulite, papada.
Mas a ideia de que as gorduras são o demônio em formato de molécula fica cada vez mais distante dos avanços científicos.
Existem as que são ruins, bem ruins, mas também há gorduras boas. E mais, são “uma fonte principal de energia cuja qualidade tem uma profunda influência sobre a saúde”, de acordo com um documento de consenso da Federação Espanhola de Sociedades de Nutrição.




