
Um novo estudo publicado no periódico científico Science e partilhado pela revista Galileu concluiu que as ondas cerebrais produzidas enquanto dormimos, ajudam a combater o aparecimento da doença de Alzheimer.
De acordo com os cientistas, quando dormimos profundamente, formam-se no cérebro sinais elétricos, as chamadas ondas lentas.
Consequentemente, o líquido cefalorraquidiano (LCR) é libertado e promovendo aquilo que se assemelha a uma ‘lavagem’ na massa cinzenta.




