
Os produtores de café da Zona da Mata de Minas Gerais e do sul do Espírito Santo começam a avaliar os prejuízos provocadas pelas fortes chuvas dos últimos dias.
No Espírito Santo, o agrônomo do Centro Tecnológico do Café, Frederico de Almeida Daher, afirma que os centros urbanos e regiões próximas à beira de rios foram mais prejudicadas do que o campo.
Todavia, segundo ele, ainda é cedo para afirmar que não houve perdas nas lavouras.




