Com o gradual, planejado e ambientalmente desejado fim das queimadas como estratégia à colheita de cana-de-açúcar no Estado, a indústria sucroenergética foi em busca de ferramentas inovadoras.
Ecologicamente adequadas, pesquisas são para combater antigas pragas e doenças prejudiciais ao cultivo da cultura, como bicudo-da-cana (Sphenophorus levis), lagarta peluda (Hyponeuma taltula) e síndrome do murchamento da cana.
Detentora de um conhecimento de 30 anos de trabalho de campo aplicando o manejo integrado de pragas, que prega o respeito aos fatores ambientais envolvidos no cultivo de determinada cultura e privilegia o uso de agentes de controle biológico, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) foi a instituição escolhida para liderar o Centro de Pesquisa em Engenharia – Fitossanidade em Cana-de-Açúcar.
O edital foi concebido a partir da parceria da Fundação de Ampparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Grupo São Martinho, uma das maiores empresas do setor no Brasil, com três usinas em operação em São Paulo e uma em Goiás.




