A
organização internacional Médicos
Sem Fronteiras (MSF)
iniciou as atividades de combate à COVID-19
no Brasil.
O trabalho começou na cidade de São
Paulo, focado em pessoas em situação de rua, migrantes e
refugiados, usuários de drogas, idosos e pessoas privadas de liberdade.
Esses
grupos, que já se encontravam em estado de grande vulnerabilidade mesmo antes
da chegada da pandemia, enfrentam agora uma situação ainda mais grave.
A
perspectiva é de que o aumento excepcional da demanda geral sobre serviços de
saúde intensifique ainda mais as dificuldades de acesso a cuidados de saúde por
parte dessa parcela da população.




