
Neste sábado (18), o país contabiliza 36.599 casos confirmados e 2.352 vítimas da covid-19. A taxa de letalidade é de 6,4%.
O número de pessoas infectadas saltou quase 3 mil nas últimas 24 horas.
De acordo com especialistas, a velocidade no aumento dos casos tem relação com a propagação mais rápida do vírus, mas também por uma maior capacidade de testagem das instituições de saúde.
Na sexta-feira, 17, o governador João Doria (PSDB) anunciou a ampliação da quarentena no Estado de São Paulo até o dia 10 de maio.
De acordo com o secretário de Saúde do Estado, José Henrique Germann, há ao menos 1.500 profissionais da saúde afastados por conta da doença.
Já no Rio de Janeiro, 72% dos leitos de UTI estão ocupados por pacientes diagnosticados com o novo coronavírus.
O próprio secretário de Saúde, Edmar Santos, confirmou que testou positivo para a doença, assim como o governador Wilson Witzel.
Novo ministro
O oncologista Nelson Teich tomou posse na sexta-feira (17) como novo ministro da Saúde.
Em seu pronunciamento, ele não apresentou as medidas que deve seguir para combater o novo coronavírus. No entanto, afirmou que o trabalho que fará terá “foco nas pessoas”.
O novo ministro destacou que há uma “pobreza” de informação sobre o novo coronavírus e defendeu a integração de informações dos ministérios sobre a doença para embasar melhor o planejamento de combate ao vírus.
Ele também defendeu que a pasta acompanhe indicadores sociais. “Pessoas que perderam planos de saúde vão impactar no SUS”.
Com tom otimista, citou que já existem medicamentos em estudo para o tratamento da doença e que a solução para a pandemia pode ser encontrada “mais rápido do que se imagina”.
Ele agradeceu, ainda, o esforço de Mandetta e disse esperar “continuar fazendo um bom trabalho”.



