
No quinto e último dia do Seminário de Educação Inclusiva, os participantes já elaboraram uma pauta baseada nas contribuições apresentadas durante o evento, que começou na última segunda-feira, 22. Alguns pontos foram destacados para sistematizar os próximos passos pós Seminário.
De acordo com a secretaria de Educação, com os estudos realizados durante toda a semana, a rede municipal pretende aprofundar as temáticas com todos os profissionais da Educação, principalmente com aqueles que trabalham nas Salas de Recursos Multifuncionais e os pedagogos das escolas.
Outro ponto apresentado será auxiliar os 29 municípios de abrangência nas suas necessidades em relação à educação inclusiva, apresentando a eles o trabalho realizado em Franca e as adaptações necessárias para adequar o ensino as reais necessidades dos alunos. “Vamos trabalhar com as temáticas das Altas Habilidades e da Mediação da Aprendizagem. Acreditamos que já evoluímos, ao longo das outras edições, na questão do estudo das deficiências, ou seja, das características do público alvo da educação especial e como trabalhar com esse público”, explica Andrea Marqueti, coordenadora de Educação e Ensino.
O Seminário de Educação Inclusiva está vinculado ao Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade que integra o Plano de Desenvolvimento da Educação, instituído pelo Decreto nº 6094, de 24 de abril de 2007, que dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados. Franca é município polo do programa e atende a 29 municípios de abrangência – entre eles, Cravinhos, Monte Alto, Cássia dos Coqueiros, Ribeirão Corrente, Serra Azul, Itirapuã, Igarapava, Sales Oliveira, Orlândia, Patrocínio Paulista, Buritizal, Cristais Paulista e Restinga.
Segundo Andrea Marqueti, “a expectativa é conscientizar todos os gestores, técnicos de secretaria, gestores dos municípios de abrangência, a voltarem também os olhares para os alunos que apresentam altas habilidades e dar uma atenção especial para eles. A mediação da aprendizagem veio nos mostrar que a educação inclusiva é uma perspectiva de educação para todos, que cada um possui suas diferenças e que todos temos alguma necessidade que nos diferencia do outro. Acreditar que todos os alunos tem capacidade para aprender e que cabe aos profissionais da educação viabilizar os melhores recursos e estratégias para que a aprendizagem aconteça com qualidade”, finaliza Marqueti.



