
A cultura da cana-de-açúcar sofreu um forte baque com a pandemia do coronavírus. Reinando nos últimos anos nas lavouras do interior de São Paulo, a cana começou a perder espaço para os grãos – soja, milho e até amendoim.
Afetada pelo derretimento do petróleo, que afundou os preços do etanol, a cana já não é vista mais como uma cultura tão atraente.
Assustado com o choque do petróleo, que derrubou os preços do etanol, Fernando Escaroupa, 34 anos, decidiu reduzir sua exposição à cana.




