
Além de serem recomendadas pela OMS (organização Mundial da Saúde), as máscaras de tecido tornaram-se obrigatórias por lei em grande parte das cidades brasileiras.
A confecção desses itens se mostrou uma oportunidade de negócio para vários pequenos empreendedores em um primeiro momento, mas até mesmo as grandes varejistas começaram a oferecer esse “acessório” em seus canais de venda.
Desde o fim do mês passado, empresas como Renner, Riachuelo, C&A, Hering, Hope, Malwee e outras marcas de moda começaram a produzir as máscaras em grande escala.




