
A queda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro tem atraído propostas de alianças em troca de recursos públicos.
Uma das mais tentadoras partiu de padres e leigos conservadores que controlam boa parte do sistema de emissoras católicas de rádio e TV.
Ligados à ala que diverge politicamente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dentro da Igreja, eles prometeram “mídia positiva” para ações do governo na pandemia do novo coronavírus.




