
O prefeito Gilson de Souza recuou, após levar um cutucão do Ministério Público, sobre a liberdade de flexibilização em período de quarentena a alguns setores da sociedade francana.
Voltou a proibir as celebrações religiosas, dentre outras decisões. A proibição faz parte de um decreto extra, publicado no Diário Oficial do Município, na edição desta quinta-feira. A ação foi contestada por todos os grupos de religiosos do Município.
O decreto 11.062, de 11 de junho de 2020, altera a redação dos artigos 16 e 17 do decreto 11.055, de 29 de maio de 2020.




