
Um estudo realizado este ano pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que 30% das empresas brasileiras devem manter o home office em suas jornadas de trabalho após a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).
É o caso de sedes nacionais de nomes como Nubank, Acqio, Ajinomoto e Syngenta, além de regionais, como Algar Telecom, que descobriram na pandemia do novo coronavírus uma nova possibilidade para a rotina de trabalho.




