
O custo político da implantação de novos pedágios, a pressão da sociedade organizada e de deputados e prefeitos, estão levando o Governador Geraldo Alckmin a voltar atrás nos pontos mais cruciais do Plano de Concessões Rodoviárias do Estado de SP.
Sem que houvesse alguém que soprasse ao seu ouvido, que pedágio em tempos de crise e para começar a cobrar tarifas em ano de eleição (os pedágios estariam operando em 2018), Alckmin paga o preço do desgaste e do recuo.
Na semana passada, Alckmin cancelou os projetos de praças de pedágios na região de Franca, previstas para as rodovias Cândido Portinari (km 427, em Cristais), Ronan Rocha (km 17, em Patrocínio) e Altino Arantes (km 35, em Batatais), após reunião com 10 prefeitos do Comam, precedida de barulhentos protestos da sociedade organizada.




