
Os altos índices de desemprego, a digitalização de negócios e o número cada vez maior de consumidores que buscam serviços de delivery levaram, nos últimos anos, muitas pessoas a se inscreverem em aplicativos, como Uber Eats, Rappi e iFood, para fazerem entregas.
Segundo a repórter Ana Clara Veloso, do jornal “Extra”, esses trabalhadores são, geralmente, pagos por hora de trabalho, rota ou tarefa, tendo que fazer uma contribuição previdenciária própria para se formalizarem.
Mas há um debate recorrente, em todo o mundo, sobre se há vínculo empregatício entre esses profissionais e as empresas.




