
Os quatro maiores bancos listados do Brasil deram meses de prazo extra para consumidores e empresas pagarem 235 bilhões de reais em empréstimos pendentes, como resultado de medidas para compensarem os impactos da pandemia de Covid-19 no país.
Os empréstimos sujeitos aos programas de prorrogação, que variam de 13% da carteira do Santander Brasil a 10% do Itaú Unibanco, são indicadores de possíveis inadimplências futuras.
Ainda é bastante incerto quantos dos devedores poderão voltar a pagar suas dívidas assim que os períodos de carência terminarem. As extensões, concedidas entre março e junho, variam de 60 a 180 dias, dependendo do banco.




