
Dois dias depois de o Brasil atingir a marca de 100 mil mortos pela Covid-19, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o sistema de saúde brasileiro ainda está fortemente pressionado pela pandemia.
O diretor-executivo do programa de emergências em saúde da entidade, Michael Ryan, afirmou em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira que a hidroxicloroquina não deve ser encarada nesse contexto de saturação como uma “bala de prata” contra a doença.
Ryan repetiu a mesma expressão que repercutiu na última semana quando o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou para a possibilidade da ciência nunca encontrar uma vacina eficaz ou de efeitos duradouros contra o novo coronavírus.




