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Auxílio emergencial: Bolsonaro define até sexta, 21, sobre prorrogação

Líderes dos partidos querem que benefício seja estendido com mais uma parcela de R$ 600 e duas de R$ 300

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A expectativa com relação à prorrogação do auxílio emergencial pode chegar ao fim na sexta-feira, 21, quando o presidente Jair Bolsonaro deve definir por qual valor e em quantas parcelas será estendido o benefício.

Para que a equipe econômica seja atendida e o benefício, pago em um valor inferior aos R$ 600, é preciso chegar a um acordo junto ao congresso, já que os líderes dos partidos defendem mais uma parcela de R$ 600 e duas de R$ 300.

A ideia será prorrogar o auxílio emergencial até o final do ano, num valor entre R$ 200 a R$ 300, numa forma de transição para o programa Renda Brasil, que substituirá o Bolsa Família.

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De acordo com fontes da própria equipe econômica, o governo avalia a prorrogação do benefício por meio de medida provisória. Caso consiga, as características do programa, como valor, poderão ser alteradas no Congresso.

“Duvido que o presidente tenha coragem de reduzir o valor do auxílio porque está ‘surfando na onda'”, disse o deputado Orlando Silva, referindo-se ao aumento na popularidade do presidente por conta da concessão do benefício.

“Se ele reduzir, nós vamos subir o valor. Não vamos assumir esse ônus. Quem tem que pagar a conta é o governo com dinheiro público. A prorrogação é necessária porque o pico da pandemia não passou”, termina Silva.