
Embora autorizadas pelo governador João Doria para retomar as aulas presenciais a partir da próxima terça (8) após quase seis meses de suspensão, cidades e escolas paulistas adiarão o retorno.
Elas alegam não considerar seguro reabrir as unidades ou pelo pouco tempo que tiveram para planejar as mudanças necessárias.
Pelo Plano SP, cidades que estivessem há pelo menos 28 dias na fase amarela, a terceira na escala de cinco gradações da quarentena, poderiam abrir instituições de ensino privadas e públicas para aulas de reforço e acolhimento de estudantes a partir de 8 de setembro e para aulas regulares em 7 de outubro.




