Estamos bem próximos do findar de mais um ano. Como passa rápido, não? Novembro é mês de combate ao Câncer da Próstata (Novembro Azul) e das ofertas do Black Friday. E o que esses dois eventos têm em comum? Em ambos os casos, se você não tomar cuidado, pode te trazer problemas. Um ao bolso e o outro à saúde.
Novembro Azul
Combate ao Câncer de Próstata: tem gente que torce ao nariz pra campanhas como Outubro Rosa (câncer de mama), Novembro Azul (câncer de próstata e diabetes) e outras do gênero. O motivo? É que elas têm sido utilizadas como campanhas de marketing de marcas e empresas. Eu as vejo com bons olhos. Quando mais esse tipo de campanha se popularizar (seja por qual via for), melhor.
O movimento Novembro Azul surgiu na Austrália, em 2003. Quem trouxe a ideia para o Brasil foi o Instituto Lado a Lado pela Vida, com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque. Vergonha é não se cuidar, não é mesmo? Portanto, caos amigos, cuidem da sua saúde.
Surgimento da Black Friday
A história de como surgiu o termo são as mais variadas possíveis. Para uns, a expressão “Sexta-feira Negra” nasceu no final do século XIX após duas instituições financeiras terem quebrado no mesmo dia em plena corrida do ouro.
No entanto, a teoria mais aceita para o surgimento do Black Friday, foi a do alto fluxo de veículos devido pós-feriado de Ação de Graça americano e das partidas de futebol realizadas sempre nessa época. E ao mesmo tempo em que isso era uma dor de cabeça para os agentes da lei e do trânsito, era o sonho dos lojistas, que faziam diversas promoções para atrair quem passasse pelas ruas.
Aqui no Brasil, o Black Friday começou no ambiente on-line, na sexta-feira (este ano dia 27/11), mas o comércio off-line (lojas físicas), claro, pegou o bonde andando e também aderiu ao movimento pra tentar abocanhar uma fatia (R$) do online. Se não bastasse isso, as promoções ganharam mais dias, sendo oferecidas durante uma semana (ou até mais). É muita gente de olho no seu 13º, amigo.
E qual é o problema com a Black Friday mencionado na introdução deste artigo?
O problema é que aqui no Brasil ‘esculacharam” o Black Friday. Marcas, sites e empresas aumentavam os preços e coloca(vam) descontos que não eram reais. Exemplo: tal produto custava, antes da Back Friday, R$ 100,00 (preço normal/cheio). No dia do evento estava de R$ 145,00 por R$ 95,00. Ou seja, na verdade, o desconto foi de R$ 5,00 e não de R$ 50,00.
Muitas denúncias/alertas foram feitos nas redes sociais, inclusive, em grandes portais. Outra questão que envolve a data são os sites (estilo PANK) que não entregam produtos (não apenas na Black Friday)e dão grande dor de cabeça aos consumidores.
De qualquer maneira, é bom ficar de olho nos preços. Pesquise quanto está custando o(s) produto(s) que você pretende adquirir e quanto ele estará durante a Black Friday. Além disso, faça uma pesquisa rápida sobre a credibilidade do ofertante.
É bom lembrar, caras marcas/empresas, que o Brasil passa por uma instabilidade e econômica e o consumidor consciente vai deixar a comprar por impulso de lado. Portanto, tenha realmente um diferencial de preço e saiba investir com inteligência na hora de captar a atenção do consumidor.
Black Friday: ações via celular
Sua empresa está preparada para o Black Friday deste ano? O site/e-commerce da sua empresa está otimizado para o mobile? Certamente os consumidores vão usar o celular – dispositivos móveis e ofertas em pacotes de internet aumentam a cada dia – para consumir ações de marketing nas diversas ferramentas online, seja no Periscope, no Snapchat, no Instagram, no Facebook, no Twitter, no WhatsApp, entre outras.
*Esta coluna é semanal e atualizada às sextas-feiras.



