
Economia incerta, imobilidade política e o chamado complexo de fim de linha levaram Franca a passar mais algumas décadas sem o fortalecimento de um importante fator de desenvolvimento em sua logística e incremento de negócios: um aeroporto.
Com isso, o Aeroporto “Tenente Lund Pressoto”, sem desmérito àqueles que dele se utilizam, virou um terminal de luxo, servindo a particulares, um “Clube do Bolinha”.
Sem bairrismo, é de difícil compreensão que a Capital do Calçado, uma das 15 maiores cidades do Estado de São Paulo, não tenha pousos e decolagens de vôos regulares de passageiros e de transporte de cargas, condizente com sua pujança industrial, comercial e de serviços.




