Apesar de toda a violência, na França ou em Franca, o mundo não acabou, o sol nasceu de novo, vamos juntos à luta aqui, aí, ali, lá acolá, seja onde for porque sem paz não há ser humano
Entre outras mensagens, inclusive dentro da time line do Chico Buarque (Chicólatras) no Facebook, cumprimentando pelo nosso Flash aqui no Jornal da Franca recebi uma sobre a França: ela mexeu comigo, um internauta captou no site Yahoo e me mandou notícia sobre o sufoco em Paris naquele momento do ataque terrorista. Ele conta o lance feliz de um negro francês, um imigrante da África, Sylvestre Nenebu, que na noite de sexta,13, foi salvo pelo seu Galaxy S6, que tinha acabado de comprar. Perdeu o celular, mas salvou a vida. Coisas da era digital e da aventura da vida. Sylvestre estava próximo ao Stade de France, onde França e Alemanha jogavam um amistoso de futebol. “Um atirador mascarado e um homem-bomba tentaram invadir a arena, mas só conseguiram realizar o ataque nas proximidades do local”contou o rapaz africano, que está há 2 anos na capital francesa e já conseguiu um trabalho de garçom.




