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Médica da SC de Franca fala sobre práticas diarias de higiene para combater gripe

Médica diz que lavar as mãos é uma medida simples e eficiente no combate ao vírus da H1N1

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A melhor maneira de se evitar o contágio pelo vírus H1N1 ainda são boas práticas de higiene e pequenos cuidados no dia a dia. ​A dica é da médica infectologista Maria Auxiliadora Pedigone, coordenadora da CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar) do Complexo Santa Casa de Franca.

Ela alerta para a seriedade da doença, que foi detectada em 2009 e já fez muitas vítimas em todo o mundo. “Ela de disseminou rapidamente porque hoje em dia muitas pessoas viajam para outros países e carregam consigo o vírus”, disse a médica.

Maria Auxiliadora disse que a gripe H1N1 se transmite como todas as outras gripes: pelo espirro, tosse, respiração, secreções e principalmente através das mãos. “O mais importante são as normas básicas de higiene. Tem que lavar as mãos sempre. Seja lá o tipo de gripe que for. Se for tossir ou espirrar, tampe a boca e lave as mãos depois”, afirmou.

A médica afirmou que, se a pessoa estiver gripada tem de ter o bom senso de evitar contato próximo com as outras pessoas. “A gripe passa pelas gotículas imperceptíveis de saliva que soltamos durante uma conversa. Então, se estiver gripado, tenha essa percepção”, explicou Maria Auxiliadora.

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A especialista disse também que é preciso ficar atento aos sintomas, que se parecem com o de uma gripe comum. “Basicamente são os mesmos, mas vêm com mais intensidade: coriza, lacrimejamento, tosse, febre alta, dores no corpo, mal-estar geral e em alguns casos dores no tórax”, disse Maria Auxiliadora.

O tratamento, segundo ela, é sobre os sintomas, como as febres e dores, que podem ser combatidas com analgésicos e antitérmicos comuns, indicados por um médico. “Recomendamos repouso, beber muito líquido, É preciso estar hidratado, alimentado, descansado, para que o nosso sistema de defesa reaja melhor. 

Para a coriza, Maria Auxiliadora deu uma receita simples: diluir uma colher de sopa de sal em um copo com água e pingar nas narinas e fazer gargarejos. “É provado que o sal dificulta a aderência do vírus”, explicou a médica que, por fim, afirmou que a vacina também é uma importante arma contra a contaminação pelo H1N1. “Principalmente idosos, crianças abaixo de cinco anos, doentes crônicos, como diabetes e gestantes”.

Cesar Colleti

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