A entrada do torcedor na quadra para agredir os jogadores de Orlândia, a tentativa dos seguranças de tirá-lo da arquibancada e a invasão da torcida do Corinthians para agredir os seguranças. Para a organização da partida entre Intelli Orlândia e Corinthians, pela semifinal da LNF, em Uberaba-MG, esta sucessão de erros, que gerou a confusão generalizada, foi a única falha. O presidente da Fundação Municipal de Esporte e Lazer (Funel), Luiz Alberto Medina, disse que cumpriu a exigência da liga quanto às medidas de segurança e que o problema foi isolado. Para a primeira partida da final entre Intelli e Carlos Barbosa, na próxima segunda-feira, mais uma vez na cidade mineira, a intenção é ter a presença apenas de torcedores do time mandante para evitar problemas.
A briga generalizada interrompeu por cerca de 20 minutos a semifinal da LNF que terminou com a classificação de Orlândia. O ápice da confusão ocorreu quando um torcedor, que estava na arquibancada do lado da Intelli, invadiu a quadra para agredir o goleiro Deivd, da equipe do interior paulista. Naquele momento, o jogo estava paralisado após uma troca de empurrões entre jogadores das duas equipes, iniciada após discussão entre Neto, do Corinthians, e Gadeia, da Intelli. Logo após a agressão a Deivd, os seguranças do Orlândia foram à arquibancada tentar retirar o torcedor. Segundo Medina, erros que geraram a confusão, controlada após a chegada da Polícia Militar, que entrou no ginásio depois de alguns minutos da briga. “Foi uma sequência de erros: a entrada do torcedor na quadra que tentou agredir, o jogador apontá-lo e o segurança tentar tirá-lo na base força e depois a invasão da torcida do Corinthians. A PM estava esperando para entrar. Foi calculado”, disse o presidente.




