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Greve na Fundação Casa, unidade de Franca, segue: 70% dos servidores param

Além de Franca estão paradas as unidades de Batatais, Ribeirão, Sertãozinho e Taquaritinga.

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Servidores da Fundação Casa em Franca protestaram nesta segunda

​Funcionários da Fundação Casa de Franca aderiram à greve realizada em todo o estado por melhores salários e condições de trabalho. A notícia foi publicada com exclusividade pelo Jornal da Franca neste domingo (8).

Na manhã desta segunda-feira (9) continuou a paralisação no complexo em Franca e nas unidades de Batatais, Ribeirão Preto, Sertãozinho e Taquaritinga. 

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Em Franca, não é confirmado o índice de paralisação dos funcionários que cuidam dos 114 adolescentes aprisionados na unidade Cardeal Dom Hélder Câmara, localizada no extremo norte da cidade, no Jardim Marambaia (região do City Petropolis e Paineiras). 

O Sindicato da categoria, porém, diz que apenas que 70% dos servidores mantêm serviços básicos como alimentação, higienização e saúde, conforme determinação da Justiça, que impôs multa de R$ 100 mil por dia ao sindicato em caso de descumprimento.

Jornal da FrancaAs atividades esportivas e educacionais estão paradas. 

Somente as necessidades básicas, como alimentação, higiene pessoal dos adolescentes e atendimentos de saúde, estão sendo atendidas

Superlotada, com 114 internos, unidade de Franca também enfrenta greve

A categoria reivindica 42% de reajuste salarial, além de contratação de mais profissionais, redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais, revisão do plano de cargos e salários, aumento no vale-alimentação e retorno de benefícios, como auxílio berçário e direito a 180 dias de licença maternidade.

“Eles não oferecem nem o índice inflacionário de 11%. No ano passado, o reajuste de 7,35% ainda está sendo julgado, não foi acrescido no salário dos servidores. Os funcionários da área operacional, como serventes, por exemplo, recebem R$ 840 de salário. Está muito defasado”, afirmou Aline Salvador Luz, secretária de políticas sociais do sindicato.

O delegado sindical da divisão regional norte, Israel Leal Souza, afirmou que a categoria também pede mais segurança dentro e fora das unidades. Os agentes socioeducativos reivindicam serem equiparados a agentes de segurança, que atuam em presídios, inclusive obtendo o direito ao porte de arma.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região