O vereador Adermis Marini (PSDB), presidente da Comissão Processante da Câmara, encerrada esta semana e que apurou denúncias contra o prefeito Gilson de Souza (DEM), discordou dos vereadores Della Motta (Podemos) e Arroizinho (PMDB), quanto à conclusão dos trabalhos.
Os dois vereadores apresentaram relatório inocentando e livrando Gilson de uma votação pela responsabilidade politica do prefeito. A decisão de ambos foi ratificada por um total de 11 vereadores, que decidiram pelo arquivamento da comissão.
Adermis, que presidiu a comissão, entendeu que as acusações eram procedentes e justificariam inclusive a cassação do mandato do prefeito. “Meu voto em parecer em separado é pela procedência da acusação, no que tange à responsabilidade do acusado pela prática das infrações político-administrativas”, escreveu o tucano.
O vereador disse que o objetivo da Comissão era investigar se houve ou não negociações escusas e ilegais que permitissem que alguma empreiteira particular obtivesse uma vantagem injusta com relação a empresas concorrentes.




