
Rancheiros, proprietários de áreas de lazer, e empresas instaladas às margens da represa de Furnas, que banha os municípios de Delfinópolis, Cássia, Ibiraci, dentre outros, estão preocupados com o volume de água do rio Grande.
Nos últimos 17 dias, a baixa do volume de água foi de 2 metros e 25 centímetros.
Por conta dessa situação, os proprietários de imóveis no limite da represa se mobilizam para pressionar o governo para aprovação da PEC 52 (emenda à Constituição), que trata de uma cota mínima de 762 para se estabelecer produção, navegabilidade e outras atividades.




