Uma nova área da ciência está analisando quais hábitos podem manter incólumes a mente e a memória.
Mesmo quando exames do cérebro revelam inflamações, danos de radicais livres e diminuição das conexões neuronais que provocam sintomas de “velhice” a partir dos 40 anos.
Assim, o médico Kenneth S. Kosik, um dos diretores do Instituto de Pesquisa em Neurociência do campus de Santa Barbara da Universidade da Califórnia, estudou os hábitos que mais estimulam a função cognitiva.
E aqui ele mostra dicas observadas nas pesquisas mais recentes de laboratórios inovadores.




