
Cegonha, Lobo Mau, Chapeuzinho
Vermelho, princesas, super-heróis, monstros, Papai Noel, Fada do Dente, Coelho
da Páscoa. O universo infantil é povoado por seres inventados, lendas e
alegorias. Os pais costumam alimentar esse mundo mágico com caçadas a ovos de
chocolate e presentes postos sob a árvore de Natal. Entre uma armação e outra,
pode surgir o questionamento: é saudável deixar os filhos levitando em fantasia
ou o melhor é trazê-los para o chão da realidade?
Para a psicopedagoga Cristina Leite
Soares, a fantasia é saudável para o
desenvolvimento infantil. A criança utiliza o jogo de faz de conta para
expressar suas emoções, representar a sua realidade e vivenciar situações
observadas pelas ações do adulto. Ela completa: “a fantasia também auxilia no
desenvolvimento neurológico e na transmissão de valores sociais, como bondade,
igualdade, compartilhamento, etc”.




