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Amor de avós faz bem pra saúde, aponta estudo de universidade dos EUA

Para os avós, o convívio frequente com os netos resulta em uma melhor qualidade de vida

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Estudos mostram que convivência e amor são saudáveis para netos e avós

A proximidade emocional entre netos e avós protege ambos da depressão e de outros transtornos mentais. Foi o que atestou um estudo realizado pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, em 2016. No levantamento, pesquisadores analisaram famílias entre os anos de 1985 e 2004. 

Os dados confirmaram outro estudo, de 2014, feito pela Sociedade Americana de Gerontologia, que apontou o quanto essa afetividade entre parentes próximos, mas de diferentes gerações, faz bem para a saúde.

A psicóloga Celiane Lopes destaca algumas razões pelas quais isso ocorre. 

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“Os avós trazem segurança, apoio e ensinamentos que somente os mais velhos podem oferecer aos pequenos da família”, atesta a especialista, que defende que os avôs e avós podem ser a referência de afeto e acolhimento para os indivíduos, desde a mais tenra idade.

Os mais jovens aprendem com os avós; e, por outro lado, para os avós, o convívio frequente com os netos resulta em uma melhor qualidade de vida. 

“Fisicamente eles se sentem mais ativos. Também se preocupam com a saúde para que possam garantir o acompanhamento do crescimento das crianças”, comenta a especialista.

O Dia Mundial dos Avós é celebrado em 26 de julho, em homenagem à Santa Ana e São Joaquim, que, segundo narrativas bíblicas, foram os pais de Santa Maria, portanto, são os avós de Jesus Cristo. 

Por essa razão, Sant’Ana e São Joaquim são considerados pela Igreja Católica os padroeiros de todos os avós. A canonização dos pais de Santa Maria ocorreu em 26 de julho de 1584, pelo Papa Gregório VIII. Por isso, a escolha da data para a celebração.