O diretor-geral da
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, descartou nesta
terça-feira, 18 de setembro, a possibilidade de revisão no valor das bandeiras
tarifárias. Com variação entre verde, amarela e vermelha (em dois patamares) as
bandeiras geram custos adicionais à conta de luz que vão de R$ 1 a R$ 5.
Há quatro meses,
está sendo cobrada a bandeira vermelha no segundo patamar, o que gera cobrança
extra de R$ 5 a cada 100 kilowatts-hora consumidos.
“De forma alguma”, disse Pepitone ao responder questionamentos
de jornalistas. De acordo com o diretor, não há, no momento, necessidade de
mexer no valor das bandeiras.
As bandeiras são acionadas em período de escassez de chuvas,
quando há redução no nível dos reservatórios nacionais. Nesses períodos há o
acionamento de usinas térmicas, cujo custo de produção é mais alto.




