
Um novo estudo aponta que a ansiedade está associada a um aumento da taxa de progressão do deterioramento neurológico, desde o comprometimento cognitivo considerado ligeiro à instalação total da doença de Alzheimer, um dos tipos de demência mais comuns.
A ansiedade tem sido frequentemente observada em indivíduos que apresentam algum tipo de comprometimento cognitivo, apesar do seu papel na progressão da doença ainda não ser totalmente compreendido.
MariaSpampinato, professora na Medical University of South Carolina (MUSC), nos Estados Unidos, e principal autora do novo estudo, disse em comunicado à imprensa: “sabemos que a perda de volume em certas áreas do cérebro é um fator que prediz a progressão da doença de Alzheimer”.




