
Quando Mateus de Lima Costa Ribeiro foi anunciado e chamado para realizar sustentação oral na tarde de quinta-feira passada (8/11) sua presença na tribuna logo provocou uma troca de olhares e cochichos no plenário do Supremo Tribunal Federal. De toga, o que impressionou aos presentes a aparência juvenil do causídico.
Com uma voz calma, Ribeiro, 18 anos, defendeu a inconstitucionalidade da Lei 12.258/200 que trata da proibição da prática de revistas íntimas, assim como de qualquer ato de moléstia física, em funcionários, por todos os estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços que possuam sede ou filial no Estado do Rio Grande do Sul. Ele representa o PDT no caso e foi responsável pela ação.
O advogado utilizou os 15 minutos que são assegurados aos defensores e ao final fez questão de ressaltar o que ocupar a tribunal do STF representava para ele.




