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Agronegócio é um dos poucos a criar novas vagas em 2016, mesmo na crise

De janeiro/15 a março/16, setor contratou 1.393 empregados, criando apenas 37 novas vagas

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Expectativa é de que, apesar da mecanização, colheita gere empregos

As propriedades agrícolas de Franca iniciaram a colheita do café e, embora a mecanização seja uma realidade, muitos trabalhadores braçais ainda são contratados. 

Para evitar problemas com fiscalização, a maioria dos produtores tem contratado os trabalhadores que fazem a colheita manual do produto através da carteira assinada. 

Para os produtores que têm colheita manual os custos com a mão-de-obra são elevados. Mas mesmo assim, com o preço alto do dia/máquina das colhedeiras modernas, muitos ainda contratam braçais. 

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Mesmo sem ainda contabilizar as contratações da safra de café que começou apenas a alguns dias, a Agricultura tem sido um setor positivo em termos de emprego em Franca, face às quedas de outros setores como comércio, serviços e construção civil que sentem os efeitos da recessão. 

Segundo dados do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, de janeiro a março Franca admitiu, no setor da Agropecuária, 163 trabalhadores com carteira assinada, desligando, no mesmo período, 126 trabalhadores, portando com saldo ainda positivo de 37 postos de trabalho criados.

No ano passado, no mesmo período, haviam sido contratados 162 trabalhadores e demitidos 145, com saldo positivo menor que o de 2016, de 17 vagas criadas. 

De janeiro de 2015 a março de 2016, o Agronegócio contratou 1.393 empregados e desligou 1.367, com saldo positivo de apenas 26 vagas criadas. 

Franca tem 549 estabelecimentos do setor de Agricultura, silvicultura, criação de animais, extrativismo vegetal

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região