
De um lado, obras publicadas no Rio de Janeiro pelo editor batataense José Olympio, incluindo raridades como um “Sagarana” autografado por Guimarães Rosa, em 1956. De outro, obras que ele mesmo adquiriu ao longo da vida — muitos tesouros garimpados que faziam parte de sua biblioteca particular.
Vários desses livros, deixados em sua cidade natal, estavam separados até o início deste ano, quando foram reunidos novamente.




