A represa da hidrelétrica de Furnas, em Minas Gerais, atingiu o maior nível desde julho de 2016. A cheia do reservatório é uma boa notícia para o turismo das 34 cidades banhadas pelo lago.
Mas Capitólio, principal destino turístico da região, ainda sofre para reconquistar turistas após parte de um cânion se soltar, atingir lanchas e causar dez mortes, em janeiro deste ano.
Segundo Lucas Barros, secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Capitólio, responsável pelo setor de turismo, houve uma queda muito grande na procura pela cidade como destino turístico. Para ele, impactou a falta de informação sobre os atrativos do município.
“Assim que aconteceu o acidente, a gente fechou um local, um atrativo [os cânions], mas foi amplamente divulgado que Capitólio estava fechada para o turismo. A gente nunca esteve fechado para o turismo”, diz ele.




