A virada para 2026 não traz uma nova reforma da Previdência, mas faz avançar automaticamente algumas regras de transição criadas em 2019, o que, na prática, pode apertar a conta de quem estava “no limite” no ano anterior.
Giane Maria Bueno, advogada da Michelin Sociedade de Advogados, pós-graduada em Direito, Compliance Trabalhista e em Direito Previdenciário, explica que não se trata de uma regra nova.
“Essa elevação da régua de algumas regras de transição estava prevista na reforma da Previdência em 2019. Quem já estava no limite é quem mais sente”, explica.
Segundo a especialista, as transições que mudam ano a ano tendem a exigir mais idade mínima e mais pontos (soma de idade + tempo de contribuição), principalmente na regra de pontos e na idade mínima progressiva.




