O resultado do INPC em 2025 fechou uma conta desfavorável para quem recebe aposentadoria ou pensão do INSS acima do salário mínimo.
O índice que serve de base para o reajuste desses benefícios acumulou alta de 3,9% no ano, abaixo da inflação oficial do país. No mesmo período, o IPCA terminou 2025 com avanço de 4,26%.
Na prática, isso significa que aposentados e pensionistas fora do piso nacional — que recebem mais de um salário mínimo de benefício — terão aumento menor do que a variação média dos preços, o que aponta para perda de poder de compra ao longo do ano.
Com esse reajuste, o teto do INSS deve subir de R$ 8.157,41 para cerca de R$ 8.474,55 em 2026, valor que ainda precisa ser confirmado por portaria do governo federal no Diário Oficial da União.




