Agentes do Carrefour mudam de uniforme para acabar com estigma de seguranças e também trabalham com câmera acoplada
A morte de João Alberto Freitas, espancado e morto por seguranças do Carrefour, em novembro de 2020, foi um divisor de águas na forma da companhia administrar o setor de vigilância.
Até então, como a maioria dos varejistas, o Carrefour terceirizava essa área. Depois desse crime, o Carrefour decidiu internalizar os funcionários dessa área e adotar uma gestão humanizada.
Para comandar essa mudança, o Carrefour chamou Claudionor Alves, que assumiu a diretoria de segurança, riscos e prevenção em fevereiro deste ano. A reportagem é do portal 6 Minutos.
Para que nenhuma pessoa seja perseguida, discriminada ou intimidada dentro das lojas Carrefour, os agentes de segurança passaram por treinamentos sobre respeito e letramento racial.




