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Aquecimento global acabará com o oxigênio da atmosfera na Terra?

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Aumento excessivo da temperatura reduzirá oxigênio e as formas de vida terrestres?

Inundação de zonas litorâneas, seca em alguns pontos do interior, caos na produção agrícola, várias doenças transmitidas por mosquitos, isso tudo parece pouco diante do alerta de uma nova pesquisa que foi feita por cientistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, mostra que um aumento de 6ºC na temperatura no planeta poderá ser uma catástrofe como nunca foi vista na Terra: hoje os cientistas já têm um consenso que se mantivermos os padrões atuais de emissão de gás carbônico, CO2, a temperatura aumentará até 5,4ºC até por volta de 2100, parece longe, mas daqui a cerca de 80 anos, ou seja, um problema que afetara nossas novas gerações que são bebês e crianças na atualidade. Há uma grande articulação global para reduzir drasticamente as emissões de gases de maneira a fazer com que o aumento de temperatura seja de no máximo entre 1,5 e 2ºC, como foi a conclusão da Conferência do Clima em Paris (COP21 da ONU sobre meio ambiente) mas esse é um cenário no qual muita gente já deixou de acreditar, afinal, depois de muitos acordos climáticos e alertas de cientistas ou de ecologistas, as emissões não param de subir. Os governos do mundo, que foram representados por 195 países reunidos na França, terão dificuldades para conseguir tornar esta meta do acordo global realidade, em especial, porque o planeta é dominado pela indústria petrolífera, altamente poluente. A implantação de energias limpas, como a Solar e a Eólica, uma necessidade que já é urgente, tem um processo muito lento demais. Mas diante do cenário atual da estrutura energética terrestre, caso não se modifique de forma radical o modo de vida de todos nós terráqueos, dentro de  um novo desenvolvimento sustentável, que venha a equilibrar os interesses econômicos com os ecológicos,  então, você pode esperar: o catálogo de catástrofes, neste caso de aumento incontrolável da temperatura e de destempero ambiental, o efeito será apocalíptico: invasão do mar sobre o litoral nas terras baixas, seca em alguns pontos do interior, caos da produção de alimentos, vários furacões, epidemias de doenças transmitidas por mosquitos e outras catástrofes que já têm sido ensaiadas desde agora em diferentes lugares e em todos os continentes. Este é o enfoque do novo estudo feito pelos pesquisadores da Universidade de Leicester, na Inglaterra, Yadigar Sekerci e Sergei Petrovski. E atenção que esta pesquisa agora acrescenta mais um item apavorante a este apocalipse: o fim do oxigênio. Segundo o modelo matemático que estes cientistas criaram, um aumento de até  6ºC na temperatura média global será suficiente para reduzir a zero a produção de oxigênio do fitoplâncton – seres microscópicos que fazem fotossíntese nos oceanos. O fitoplâncton fabrica mais de dois terços do oxigênio da atmosfera. A consequência neste caso será devastadora e obviamente poderá matar a maior parte dos seres vivos no planeta, inclusive a nossa espécie de vida por sufocamento, falta de ar, falta de oxigênio. Parece  tema de filme de terror mas é uma previsão científica da realidade, caso ela continue tal como é hoje nesse mundo dominado pela economia do petróleo e pela cultura da violência contra a natureza e a vida.

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A destruição da vida por falta de oxigênio na atmosfera da Terra...

Amanhã, aqui neste novo webespaço Jornal da Franca mais um Flash de Ecologia, mais um microblog na aventura da vida daqui da cidade, da região, do país, do planeta, um post a cada dia, onde quer que você esteja,
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Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região