
Com uma arrecadação que não chegou a R$ 50 milhões em 2014 e que deve ficar no mesmo patamar – entre R$ 48 mi e R$ 50 mi neste ano (ainda faltam fechar os dos meses restantes do exercício) – o IPVA – Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, antigamente representava um “refresco” para as finanças municipais.
Hoje porém, a realidade é outra. O repasse está longe de ser destaque entre as receitas da Prefeitura, pior que isso, tem um calote entre os francanos que beira aos 30% da frota local, ou seja, francanos que não pagam o IPVA deixam de recolher para o estado e o município, cerca de R$ 30 milhões (o imposto é dividido meio a meio, mas da parcela municipal 20% vão para o FUNDEB – Fundo de Desenvolvimento da Educação).
Se a cidade tivesse a proeza de arrecadar tudo o que pode com o IPVA, a receita neste campo poderia chegar a até R$ 65 milhões anuais, contra os R$ 48 mi do ano passado e os R$ 45 mi de 2015.




