Você acha que o processo de depilação com cera ou lâmina é pouco prático ou incômodo? A boa notícia é que além desses métodos tradicionais, hoje o mercado oferece algumas técnicas que têm caído cada vez mais no gosto das francanas pelas facilidades e resultados proporcionados. Entre elas estão a depilação a laser e a fotodepilação. Os dois procedimentos têm aspectos parecidos, mas são diferentes, pois cada um usa um tipo de luz para atingir a raiz do pelo, o que é determinante para sua eficácia. “Os dois métodos atuam emitindo uma radiação luminosa que é captada pela melanina presente nos pelos e transformada em calor. Assim, consegue-se o enfraquecimento do pelo e a eliminação de forma duradoura”, explica a fisioterapeuta dermatofuncional Daniela Luz Guimarães.
Segundo ela, o laser é uma luz com feixe reto, focado especificamente para a célula alvo. A intensidade de sua onda atinge as células germinativas da raiz dos pelos, o que o torna mais eficaz, já que impossibilita durante muito tempo que o pelo nasça e cresça. Já a fotodepilação é feita com uma luz difusa, não tão específica. Trata-se de um método realizado com luz pulsada de baixa intensidade, com vários comprimentos de onda, e outras luzes não-laser, que têm efeito de enfraquecer e debilitar o pelo e seu bulbo, mas não têm a capacidade real de destruir as células germinativas da raiz dos fios. Por isso a necessidade de manutenção nas áreas já depiladas é bem maior do que com o laser.
A questão é: qual das duas técnicas é mais eficiente? Segundo Daniela, a ação do laser depende da melanina que escurece os pelos. Por isso, esse método é mais eficiente em pessoas que têm a pele clara e pelos escuros. “A melanina precisa estar concentrada nos pelos, e não na pele”, esclarece. Inclusive, alguns tipos de laser podem queimar peles com mais melanina, portanto, mais escuras.
Principais diferenças




