A asma é uma doença inflamatória crônica, sendo necessário seguir com o tratamento de forma correta e sem interrupções. Porém, dependendo do grau da enfermidade, algumas pessoas ou deixam de tomar o medicamento por certos períodos ou fazem uso exagerado deles.
Em ambos os casos, além do difícil controle, os riscos de complicações e efeitos adversos são altos.
Especialistas ouvidos durante o 12º Congresso Brasileiro de Asma, que ocorreu em João Pessoa na semana passada, são unânimes em afirmar que a adesão ao tratamento, principalmente da asma grave, é um problema sério.
Dos 20 milhões de asmáticos no Brasil, apenas 12% tem controle da doença. “Não é só falta de acesso à medicação. Falta conscientização, informação, entender a doença e a importância do tratamento”, diz Raissa Cipriano, presidente da Associação Brasileira de Asma Grave (Asbag).




