
O Centro de Promoção Social de Aramina da Fundação
Sinhá Junqueira levou, dia 16 de outubro, 59 assistidos a uma visita temática
ao Bosque e Zoológico Municipal Dr. Fábio de Sá Barreto, em Ribeirão Preto.
A visita foi monitorada por estagiários em
Biologia, que apresentaram o zoológico e fizeram mini palestras de
conscientização às crianças e adolescentes. Os temas abordados foram a
importância da preservação e o papel do homem na transformação do meio
ambiente, interferências na fauna e na flora e sustentabilidade.

Os assistidos visitaram o setor de répteis,
filhotes, mamíferos, araras, cervos, o aquário, a praça das aves, o jardim
japonês e o setor de reabilitação dos animais que foram resgatados com
ferimentos ou estão impossibilitados de retornarem à natureza.
Confira o relato que alguns assistidos deram às
responsáveis, Thaís Freitas e Angela Campos:
“Foi legal e divertido. Conheci várias espécies
de animais e a importância de cuidar de cada um deles. Tive oportunidade de ir
para lugares que nunca tinha ido, como o bosque e aprendi sobre a importância
de cuidar das árvores – porque elas produzem o ar para a gente. Sem elas não
teríamos como respirar” – Maria Helena, 9 anos.
“Gostei muito, tia! Conheci muitos animais que
não têm aqui (em Aramina). Gostei de ver o urso, que é lindo” – Raissa, 10 anos.

“Gostei do passeio no zoológico. Conheci o
ouriço. Ele era bonitinho, mas não pude passar a mão nele, por causa dos
espinhos. Também tiveram que separar ele da mamãe e do papai, porque ele fugia
pelo buraquinho. Aí tiveram que dar leite de cabra na mamadeira para ele. O
gavião também é muito bonito. Ele estava lá porque levou um tiro de chumbinho
na asa. Ele come pintinho – talvez foi por isso que tentaram matar ele. Ele
melhorou, mas nunca mais vai voar” – João Vitor, 10 anos.
“Tia, vocês realizaram dois sonhos meus. No mesmo
dia vi uma seriema, que há tempos minha mãe tentava me mostrar nas estradas, e
um elefante” – Gabriele, 10 anos.
“Gostei de tudo no bosque. O mais legal foi o
aquário. Lá tem muitos peixes grandes” – Filipi, 11 anos.



