
Para se manter no mercado, a competitividade é imprescindível. E é com esse foco que pequenas unidades de fornecimento do setor calçadista, os chamados ateliês, estão trabalhando.
Em menos de 12 meses, 60 pequenas empresas dos Vales do Sinos e Paranhana, no Rio Grande do Sul, reduziram custos, diminuíram o retrabalho, melhoraram a eficiência produtiva e aumentaram a lucratividade.
Estes empreendimentos integram desde o início do ano o Projeto Desenvolver o Arranjo Produtivo do Calçado – iniciativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).
Em um resultado parcial, divulgado pelo Sebrae, na sede da Abicalçados, em Novo Hamburgo/RS, em uma média das 60 unidades de fornecimento, houve diminuição do retrabalho em 3,03% e aumento da lucratividade em 8,64%.
A meta do projeto, que termina em dezembro de 2016 é aumentar a eficiência produtiva em 6%, diminuir o retrabalho em 8% e aumentar a lucratividade em 5%.
O gerente regional do Sebrae, Marco Aurélio Copetti, destaca que a iniciativa desenvolvida em parceria com a Abicalçados é um projeto estratégico de competitividade global.
“Este aperfeiçoamento garante que estas pequenas empresas sejam competitivas em um mercado global, em que a competitividade é garantida a partir da redução de custos, aprimoramento de processos e consequentemente, aumento da lucratividade”, pontua.
Projeto
O Projeto Desenvolver o Arranjo Produtivo do Calçado reúne além das 60 unidades de produção dos Vales do Sinos e do Paranhana, dez empresas âncoras (Usaflex, Ramarim, Luz da Lua, ZZSAP Indústria Calçados Ltda, IBL Calçados Eireli, Calçados Graziela, Jaise Calçados, Zenglein Calçados, Henrich & Cia Ltda e Vercelli Indústria e Comércio de Calçados Eireli).
(Com informações da Assintecal)



