Conforme o avanço da tecnologia, as crianças trocaram as brincadeiras pelos jogos eletrônicos, e estas mesmas crianças se tornaram adolescentes completamente imersos nas redes sociais, onde muitos deixam de fazer uma atividade física, inclusive faltando as aulas de educação física na escola.
Com isso, a obesidade infantil alcançou níveis alarmantes no Brasil (2 milhões de casos por ano) e, de olho nesse mercado, algumas empresas do setor – como academias e centros esportivos – começaram a incluir algumas atividades voltadas ao público kids, como musculação adaptada e treinamento funcional, além dos esportes em geral.

A importância da atividade física na infância se dá pelo enriquecimento do repertório motor e também pelo seu desenvolvimento psicossocial, contribuindo para uma melhor formação integral. Nessa fase, as brincadeiras são essenciais, pois constituem o primeiro “exercício” que as crianças realizam. Na escola, as aulas de educação física usam as brincadeiras para que sejam aprimoradas as valências físicas (velocidade, agilidade, equilíbrio, coordenação etc.) e as capacidades cognitivas e psicossociais (cooperação, raciocínio, respeito as regras e as diferenças, noções de justiça, vitória e derrota etc.).




