Pequenas mudanças na rotina podem ter um impacto poderoso na saúde do cérebro. A chamada neuróbica, uma espécie de “ginástica aeróbica mental”, propõe justamente isso: sair do automático para criar novas conexões neurais e manter a mente ativa ao longo da vida.
Segundo a neuropsicopedagoga Andreia Valério, diretora do Método Supera Batel e Água Verde, em Curitiba, o segredo está na constância. “O cérebro gosta de novidade. Quando a rotina muda, ele precisa se reorganizar, e é nesse processo que surgem novas conexões”, explica.
A prática ganha ainda mais relevância em um cotidiano acelerado, ajudando a fortalecer memória, atenção e raciocínio. Especialmente importante para idosos que desejam manter autonomia e qualidade de vida, mas que funcionam para pessoas de todas as idades e rotinas.
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